quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Wilson Balaions.: Herói sem Capa!

Vamos analisar para votar. Falta pouco, não custa nada. Wilson Balaions.: Herói sem Capa!: No Brasil nos deparamos todos os dias com o desconforto de ler e ouvir informações a respeito da corrupção que assola e empobrece cada vez ...

Herói sem Capa!

No Brasil nos deparamos todos os dias com o desconforto de ler e ouvir informações a respeito da corrupção que assola e empobrece cada vez mais o trabalhador brasileiro.
Na busca por um nome que possa nos representar nas casas políticas do Brasil, o brasileiro ocupa seu tempo praticando o ostracismo, (forma covarde de se indignar), nas rodas entre amigos em bares e praças.
Claro que não posso ser eu o covarde dessa história e, simplesmente me opor a tal fato real, inerente a cada um de nós, contribuintes achincalhados. Fui sim, leão de barzinho, intelectual de blog, jornalista respeitado, porém, nunca fui literalmente às ruas reclamar meu pão.
“O grande espetáculo”, ainda esta por vir? Mais uma vez sentados esperaremos? Quem são os culpados de toda essa bagunça? Sou eu, é você que indignamente lê este artigo, seu barulhento vizinho, aquele amigo “garganta”.
Mas, o que fazer diante de um cenário completamente devastador? Onde estão as receitas das vitórias? Por que os políticos são sempre os “mesmos”, jura que não existe um bom?
Um novo pleito eleitoral se avizinha, agora com eleições municipais, seremos de novo o eleitor do “Voto de confiança” ou vamos fazer a diferença? Mas, como? Devem estar perguntado!
Um ótimo começo é analisando a vida pregressa de cada candidato, (refere-se à forma que determinado indivíduo se portou perante a sociedade onde estava inserido), pequenos gestos como esse que lhe tomará vinte minutos, meia hora de pesquisa, podem lhe custar outros caríssimos quatro anos.
A política já é há tempos um jogo de interesses, não é a toa que o Brasil atravessou nos últimos três anos uma série de manifestações contrárias e a favor do atual governo, que antes era a favor e hoje é contrário, ficou confuso né?
Amigos, nossos heróis sem capas não podem nascer assim, eles não podem ser criados por uma maioria, “Maria vai com as outras”. Nossos heróis sem capas precisam ser humanos, não podem ser de aço, nem morcego, nem aranha, HUMANOS!
Aquela pessoa que se preocupa realmente com o outro, com a situação de sua cidade, estado, País. Um “SerHumaninho”, digno de nossa confiança, que faça a diferença, pró-ativo, líder, determinado a mudar a condição social de seu lugar usando a política como instrumento.
Vimos que no esporte temos vários heróis sem capa, seja no futebol, vôlei, natação, ginástica, tênis, atletismo, lutas, enfim e até no automobilismo, meu favorito, Ayrton Senna da Silva!
Independência ou Morte!!!

Wilson Balaions. 07/09/2016.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Mudança de Ares!

Segundo uma pesquisa que li há mais de 10 anos, sobre o comportamento do trabalhador, dava conta que um americano, quero dizer, um norte americano, mudava de casa no mínimo quatro vezes e de trabalho sete, na vida profissional e economicamente ativa daquele cidadão.
Confesso que nunca li nada a respeito dos brasileiros e, se muitas vezes opinamos por estudar para passar em um concurso público, isso reduz em muito o número de trabalhos dos brazucas!
Devo dizer que fugi a regra!
Já não sei nominar a quantidade de trabalhos que tive e onde morei, mas, a minha última mudança, em dezembro passado foi para a Terra da Rainha, resolvi tentar uma vida nova e fria.
Os atletas são os que mais sofrem esse tipo de mudança em suas vidas e, os que os fazem, normalmente, obtém os melhores resultados, uma vez que sabemos as condições de investimento em esporte no Brasil.
Na psicologia diz que toda mudança causa medo, tremor, isso se dá por causa do “novo” e, o “novo”, causa esse tipo de reação em nós, quem nunca experimentou o novo e sentiu um frio na barriga, suor de mãos e tremor no corpo? Talvez um de cada vez ou todos misturados em um sentimento só.
Claro que isso é de cada um, sentimento único ou opção de vida, os “inquietos”, estão sempre na busca do novo, experimentar e respirar novos ares e, são os que mais ouvem dos seus amigos e família, “Eu não tenho coragem de fazer o que fez”!
Bem, eu me enquadro nesse cenário, ver novos horizontes e respirar novos ares, faz parte do meu cardápio de vida, do meu leque de experiências as quais já provei e ainda quero provar.
Recomendo aos mais jovens que “saiam debaixo da saia da mãe”, mas, não norteie suas vidas nessa frase, como escrevi acima, isso esta dentro de cada um de nós.
Essa mudança me faz feliz em saber que posso alcançar mais objetivos, provar para eu mesmo onde posso chegar e como chegar.
Na experiência de um querido tio, ouvi. “Os filhos são feito para o mundo, deixe-os viver”!
Wilson Balaions. Jornalista. Radialista. Cidadão do mundo. 19.01.2016.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Wilson Balaions.: A Cultura da Fé!

Wilson Balaions.: A Cultura da Fé!: **A Sociedade Rádio Cultura de São Vicente foi ao ar no dia 17 de outubro de 1946, graças a Paulo Jorge Mansur, nascido no dia 4 de dezembr...

A Cultura da Fé!

**A Sociedade Rádio Cultura de São Vicente foi ao ar no dia 17 de outubro de 1946, graças a Paulo Jorge Mansur, nascido no dia 4 de dezembro de 1915 na cidade paulista de Igarapava**.
**A Rádio Cultura foi a primeira emissora a transmitir os jogos abertos do interior, realizados em Ribeirão Preto, verdadeira façanha, pois a transmissão foi feita em ondas curtas pela primeira vez no Brasil. Foi também a primeira a irradiar as eleições dos presidentes Eisenhower e Kenned, diretamente dos Estados Unidos e a primeira da Baixada Santista a transmitir um jogo de futebol em território estrangeiro**.
Minha referência de rádio quando criança no inicio dos anos 80, onde eu adorava ouvir “dance”, na voz do locutor Luiz Torquato.
Depois de praticamente 70 anos, a Rádio Cultura sucumbi. De acordo com as minhas fontes, encerra suas atividades no próximo dia 31 de agosto de 2015, vendendo seu espaço para a Igreja Plenitude.
Verdadeira tendência no inicio do ano 2000, várias rádios espalhadas pelo país tiveram o mesmo destino, falta de patrocinadores, audiência, má gestão e muitas delas entregues nas mãos de políticos, tiveram seus destinos traçados devidos simplesmente a ganância financeira de muitos.
Referência mundial em companhia, o rádio sempre foi o parceiro fiel do sonhador solitário, não importa onde estivesse, venceu a concorrência das TV’s, onde se acreditava ser o fim do rádio. A mais recente inimiga, a internet, tentou, mas, também não conseguiu acabar com o companheiro de todas as horas.
De fato, o maior inimigo da rádio é o capitalismo, altos investimentos e muita estrutura são necessários para mantê-los nos ar, não havendo esse retorno em forma de parcerias e patrocinadores, o fim, já conhecemos.
Gostaria muito que essa notícia do fim das atividades da Rádio Cultura fosse mentira, minhas fontes me informaram que não é.
Como mencionei anteriormente, a Rádio Cultura não foi só a referência musical para mim, foi onde descobri a vocação para ser locutor de FM e jornalista, o rádio me fascina.
Outro ponto fundamental só para encerrar, além dessas ligações com a Rádio Cultura, a maior de todas é que as Rádios Cultura AM e FM foram minha tese do meu TCC do curso de jornalismo, onde contei a história das Rádios Cultura AM e FM.
Vão-se os anéis, ficam os dedos, a saudade e a alegria do “Amor do seu rádio”!
Trecho extraído: ** “A Cultura esta no AR: O caminho do sucesso pelas ondas do rádio”. Monografia de Graduação apresentada à Universidade de Ribeirão Preto, como exigência parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Comunicação Social habilitação em Jornalismo**.
Wilson Balaions. Jornalista e radialista. 27.08.2015.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Wilson Balaions.: Escola da Vida ou a Escola por ela mesma?

Wilson Balaions.: Escola da Vida ou a Escola por ela mesma?: Há quem diga que a escola da vida ou da rua, mais popularmente conhecida é a chave do sucesso profissional ou mantenedor das expectativas. ...

Escola da Vida ou a Escola por ela mesma?

Há quem diga que a escola da vida ou da rua, mais popularmente conhecida é a chave do sucesso profissional ou mantenedor das expectativas. Já a escola por ela mesma, forma um profissional mais pautado no aprendizado acadêmico, preocupado primeiro em sua conduta moral do que a profissional.
É bem verdade que ambas formam excelentes profissionais, como péssimos também, mas, este último em minha opinião é mais falta de caráter do que profissionalismo.
Nos países ditos de terceiro mundo, o destaque profissional é mais notório naqueles que atingem sucesso profissional de grande visibilidade, como jogadores de futebol, cantores e políticos, e pasmem, muito deles, mal encerraram o ensino fundamental.
No Brasil, um país de grande potencial técnico/cientifico/acadêmico as dificuldades em alcançar o sucesso profissional, vai muito além da vontade própria, são anos de ensino, estudos, pesquisas e por ai vai. Escritores e estudiosos não são famosos por aqui, não viram atração televisiva, não são notáveis.
Um país que se castiga criança com leitura, não pode ter grandes estudiosos, isso é fato.
A bola é muito mais interessante que um livro, o escritor e educador Içami Tiba, autor de livros sobre psicologia morreu em São Paulo dia 2 de agosto de 2015. Ele vendeu mais de quatro milhões de exemplares de obras, como Quem ama, educa!  e Juventude & drogas, e ministrou mais de 3 mil palestras no Brasil e no exterior e, existe um abismo entre a popularidade dele e de Neymar.
A educação desacreditada no Brasil faz isso com os jovens, não se interessam pelo estudo, conhecimento, querem é aproveitar enquanto novos, porque depois, bem, depois, a previdência privada que se vire.
Os destaques de escolas que fogem a essa realidade é praticamente como ter encontrado uma agulha em um palheiro, escolas essas de ensino público, no ensino privado, algumas têm destaque.
Os governos, tanto eles municipais, estaduais e federal tem um grande desafio, o de superar a meta, fazer o Brasil crescer no sistema educacional de grande qualidade, padrão FIFA, essa é a grande chave para a diminuição das diferenças sociais brasileiras e até na saúde a situação melhora.
Nossos governantes ainda não acordaram para essa realidade, ainda insistem em manter o voto do cabresto, matando a fome miseráveis e, esse privilégio não é do governo atual não, todos foram culpados, não existe super-governo, salvador da pátria e afins.

Wilson Balaions. Jornalista e radialista. 25.08.2015.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Wilson Balaions.: De Quem É a Culpa?

Wilson Balaions.: De Quem É a Culpa?: A crise que a afeta a população e o governo brasileiro vêm sendo um duro golpe na população, travando assim uma queda de braço onde não há ...

De Quem É a Culpa?

A crise que a afeta a população e o governo brasileiro vêm sendo um duro golpe na população, travando assim uma queda de braço onde não há vencedores, muito pior que isso, o que vemos são só perdedores.
Perdedores por parte do governo que insiste em não dar o braço a torcer e dizer que realmente vivemos crises, financeira, política e moral. Perdedores por parte da população que em meio a esse ensaio a desgraça, o que vem fazendo é pagando a conta como sempre.
Nesse governo democrático de direito o que não vejo é o povo dando as cartas, alias, quando as deu? Vencedora da ultima eleição e então presidente do Brasil, Dilma Rousseff coleciona derrapadas e vários casos de corrupção, com condenações, referendados pelo Superior Tribunal de Justiça, estância máxima, no que tange a justiça brasileira.
Não podemos esquecer também que diante desse cenário caótico, nunca antes um presidente nacional, contabilizou três manifestações populares em tão pouco tempo, como a atual, de março para cá, são só cinco meses.
Essa enorme insatisfação popular vem desde as eleições de 2014, a Presidente Dilma em seus discursos e debates políticos defendia uma posição totalmente contrária do quem vem fazendo, tudo o que ela pintou que seu adversário, o tucano Aécio Neves faria, ela esta fazendo, principalmente, o aumento em escala vertical nas contas de luz dos brasileiros
Em relação à economia do país, sabemos que o PIB, será negativo esse ano e para 2016, também, o que ratifica a péssima gestão governamental do PT, partido esse que se vangloria em ter tirado o Brasil da miséria, o que parece que a meta agora é deixá-lo ainda mais afundado na miséria.
Falar da corrupção acredito não ser necessário, seria chover no molhado e, nem citar a desastrosa atuação do petista José Dirceu, que até vaquinha foi feita para que pagassem a sua soltura da cadeia no caso do mensalão, o que não adiantou muito, porque, o mesmo foi condenado de novo, só que agora na operação Lava Jato da Polícia Federal, que provou que ele continuou recebendo propina, o que deixa os contribuintes de sua vaquinha com cara de trouxas. E, ele mais rico. Dirceu conseguiu ir preso, preso!
Os mandos e desmandos do atual governo fizeram com que se criasse uma crise política, o vice-presidente do páis, Michel Temer, o Presidente do Senado, Renan Calheiros e o Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, todos do PMDB, não se entendem, fica difícil saber quem quer mais o poder, mas, nessa briga, Temer e Renan vão se unir derrubando Eduardo Cunha, esse, sem antes fazer um belo estrago nas votações da câmara.
Não vejo um cenário positivo para a solução desse governo, nota-se que a oposição não cria uma linha de derrubada da Presidente, devido ao enorme tamanho da “bucha”, ninguém quer segurar esse abacaxi, já na cidade de Guarujá, SP, seria, essa “melancia”.
Wilson Balaions. Jornalista e Radialista. 17/08/15.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Wilson Balaions.: Fragmentos do Governo Petista!

Wilson Balaions.: Fragmentos do Governo Petista!: Desmoralizada e sem a popularidade aparente, a presidência da república começa a pisar em ovos e falar com o tom de vez mais baixo, esse de...

Fragmentos do Governo Petista!

Desmoralizada e sem a popularidade aparente, a presidência da república começa a pisar em ovos e falar com o tom de vez mais baixo, esse demérito da democracia moderna não era visto desde a saída do Ex-Presidente, Fernando Collor.
Os desmandos do governo petista começam a ganhar as ruas e mídias sociais com a insatisfação o popular atingindo números bem preocupantes, tratando-se do até então do partido dos trabalhadores (PT), que se pseudo-intitula como o salvador da pátria.
O Brasil, agora divido, começa a colher a falta de tato e a vista grossa feito pelo PT nos últimos 12 anos, as mudanças anunciadas pela Presidente Dilma, muitas, ainda não saíram do papel, como a reforma política, por exemplo.
Parece haver uma espécie de pavor político no que se trata em um dos pontos mais importantes para a democracia brasileira nos últimos anos.
A crise até então dada como uma marolinha pelo Ex-Presidente Lula, parece que virou um tsunami, acompanhada de uma enxurrada de denuncias de desvio de conduta e corrupção acachapante no país.
A economia vai de mal a pior, o crescimento do PIB é negativo, a inflação começa a sair do trote para o galope, desemprego, enfim, uma situação bem difícil de contornar, uma vez que somado a tudo isso esta o povo.
Os números coletados de insatisfação popular da presidente Dilma, reforça a tese de que um impeachment ou renuncia podem acontecer antes mesmo do fim de seu mandato.
A manifestação de 15 de março parece ter enfraquecido o corpo técnico e político do PT. Uma nova mobilização popular esta previamente marcada para o dia 12 de abril, só que desta vez, as bandeiras da reforma política irão dar o tom nas ruas.
Historicamente, os políticos utilizam da mentira para ludibriar o povo, as medidas tomadas são sempre me favor deles mesmos, depois, se avalia qual a real necessidade popular, para que enfim, se tomem medidas cabíveis para o bem estar de todos, o povo.
Ainda estamos engatinhando para aprender a escolher nossos representantes, o Brasil esta doente, muito doente por sinal, a virose corrupção se espalha como rastilho de pólvora por todo o país e a contaminação parece imediata.
Vamos para as ruas de novo, reivindicar o que é nosso, lutar pelo que é nosso e, se esse governo não deseja largar o osso, que seja melhor, muito melhor para seu povo, aquele que paga seus salários.
Wilson Balaions. Radialista e Jornalista. 23.03.2015.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Wilson Balaions.: Feliz Mandato Novo!

Wilson Balaions.: Feliz Mandato Novo!: Já começou a nova etapa na política brasileira, com as esperanças renovadas após o pleito para deputados estadual e federal, senador, gover...

Nasce uma nova esperança de ter um Brasil mais Brasil!

Feliz Mandato Novo!

Já começou a nova etapa na política brasileira, com as esperanças renovadas após o pleito para deputados estadual e federal, senador, governador e presidente, claro que a parte àqueles que ainda irão brigar no segundo turno, definirem o novo modelo de gestão.
A política brasileira passa por uma turbulência jamais vista antes, talvez pelo fato do massivo acesso a internet e a insatisfação geral do cidadão no que tange a classe política. Tanto a política quanto os políticos não estão bem classificados na boca do povo.
Claro que isso não se remete ao fato de um ou outro alcançar números extraordinários e outros decepcionantes.
A briga na internet foi a grande diferença, apoios, conluios, discursos inflamados em defesa desse ou daquele candidato, ofensas, xingamentos, enfim, hoje é festa para alguns e tristeza para outros, o que foi gasto, talvez se investisse um pouquinho mais poderia conseguir ser eleito, mas, faltou o quê?
O que sempre renova no meu ver é a esperança de se ter um Brasil melhor, menos corruptível, mais igualitário. Os agora, deputados, senadores, governadores e presidente que saibam manipular a máquina para o nosso benefício, não para somente os deles, que haja projetos que realmente chegue no povo, na boca do povo.
Reformas como a política, por exemplo, precisa ser feita, revista. Em um país democrático de direito não é justo que onze candidatos a presidente, tenham diferentes tempos na TV, isso é desonesto! Com um minuto alguém consegue mostrar seu plano de governo?
Outras mudanças urgentes precisam ser votadas, a violência é soberana no Brasil e não se muda, atualiza o vovozinho do código penal, é necessário acabar de uma vez com indultos, relaxamento de pena, progressão de pena, boa conduta para diminuir a pena, do que adianta ter boa conduta na cadeia se na rua é um bandido/assassino?
É necessário um reforma tributária mais justa com o trabalhador que paga trilhões em impostos todos os anos para receber em troca uma saúde em estado terminal, escolas completamente analfabetas e mal cuidadas, a insegurança total que vivemos. São precisos vários incentivos para que grandes empresas invistam no país e não fiquem esbarrando em burocracia.
Enfim, no fim desse mês teremos as definições com o fim das eleições e, que as novas bundas que irão ocupar as cadeiras que usem bastante o cérebro em prol de seu povo, como também as velhas bundas que forem reeleitas.
Wilson Balaions. Jornalista e Radialista. 06.10.2014

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Wilson Balaions.: Os Filhos do Crack!

Wilson Balaions.: Os Filhos do Crack!: Crack   também chamado de  pedra ou rocha é   cocaína   solidificada em   cristais . O nome   inglês   crack   deriva do seu barulho peculi...

Ação efetiva em combate ao crack em mulheres é urgente, interromper o processo de gravidez dessas mulheres no meu ver é de fundamental importância para o sucesso na cura.

Os Filhos do Crack!

Crack também chamado de pedra ou rocha é cocaína solidificada em cristais. O nome inglês crack deriva do seu barulho peculiar ao ser fumado. Essa droga é a conversão do cloridrato de cocaína para base livre através de sua mistura com bicarbonato de sódio e água. 
É a forma de cocaína mais viciante e também a mais poderosa de todas as drogas. As pedras de crack oferecem uma curta, mas, intensa euforia aos fumantes. Seu vicio é muito rápido e leva com a mesma velocidade à morte, se comparado as outras drogas como a maconha, por exemplo.
Apelidados de “crocolândias”, diversos lugares espalhados pelo Brasil concentram uma grande quantidade de viciados, em geral homens, mas, o que vem preocupando a sociedade e, principalmente, as autoridades, são as mulheres.
Entregues ao vício essas mulheres em geral fazem de tudo para obter a droga e a forma mais usual é a troca de sexo pela “pedra”, nessa prática, muitas acabam engravidando e consequentemente gerando os filhos do crack, muitas vezes deixados em hospitais, quando não em esquinas, largados a própria sorte.
Em matérias produzidas por jornais televisivos de São Paulo, claramente é mostrada a falência por parte do governo em tratar desses doentes, a fala das autoridades é preocupante, no que tange frear essas gravidezes das viciadas.
Uma jovem de 25 anos e há 10 no vício é mãe de 6 crianças, todas deixadas em creches ou hospitais, na entrevista por exemplo, ela estava grávida novamente e, nesses casos, muitas vezes o mesmo hospital faz as cirurgias de parto.
O que me deixa perplexo, além da falta de gerenciamento por parte do governo é a conivência do mesmo, o caso dessa jovem que deu a luz 6 vezes e esta grávida do sétimo, não seria melhor fazer um espécie de laqueadura nessa jovem para que se possa fazer um trabalho de recuperação e socialização nela, ao invés, da mesma continuar deixando filhos para o governo cuidar, crianças essas sem o menor direito de serem felizes e fadadas a marginalidade, o que acontece de fato?
Campanhas paliativas como panfletos e preservativos não servem de nada ou o governo acha que o drogado, curtindo sua “nóia” vai ler panfletos e passar a usar camisinha?
É necessário em primeiro lugar impedir que essas mulheres engravidem, para depois com muito trabalho iniciar o processo de recuperação da mesma, uma vez curada, devolve-se para ela a fertilidade para que consiga construir ou reconstruir uma família de verdade.
Wilson Balaions. Jornalista e radialista. 02.09.2014

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Wilson Balaions.: Futebol e a Copa!

Wilson Balaions.: Futebol e a Copa!: Há muito tempo venho prestando atenção aos comentários sobre a seleção brasileira de futebol ou simplesmente, onde esta o futebol arte que ...

A palavra é planejamento, sem ela, não teremos um futuro que desejamos e nem títulos de copa do mundo.

Futebol e a Copa!

Há muito tempo venho prestando atenção aos comentários sobre a seleção brasileira de futebol ou simplesmente, onde esta o futebol arte que encantou o mundo em três copas do mundo, 58, 62 e 70 e a inesquecível seleção de 82?
Porque será que os jogadores que encantaram gerações, já não encantam tanto assim? O que houve e qual a principal mudança, esquecemos como se joga futebol ou os outros aprenderam a jogar futebol?
Vou me ater ao fato do Brasil, três vezes campeão mundo antes de 70, era um país preocupado em saber jogar bola e carnaval, ao contrário dos países europeus que estavam preocupados mesmo em construir nações para que seus povos pudessem um dia se encantar com o futebol.
Então, os maiores jogadores do mundo eram obviamente brasileiros com lampejos de um ou outro europeu em destaque, como o inglês George Best e o português Eusébio da Silva Ferreira.
O que quero dizer com isso é que desde que o mundo é mundo e depois de Cabral o Brasil só foi roubado, surrupiado, em pequenas palavras, todos os governos que tivemos se preocupou em nos roubar, dando-nos pequenos nacos de investimentos, então, nossa alegria vinha do futebol e do carnaval.
Ao contrário do que fez a Alemanha nesta última copa, com um planejamento de 10 anos pleiteando uma conquista do mundial, que em minha opinião era a favorita. Esse país que até 1989 era dividido, hoje é um exemplo em administração, tecnologia e sustentabilidade, tendo a terceira melhor economia do mundo.
Também não posso esquecer que esse mesmo país foi governado por um demente que achava ser a melhor raça do mundo, quase dando cabo sobre outra etnia, essa que os alemães os tratavam como sub-raça.
Resta-nos agora aprender a planejar de fato um determinado objetivo e tirar de exemplo esse fracasso do futebol, os novos continentes como o norte americano e australiano em breve irão gozar de um título dessa envergadura, porque antes se preocuparam em construir um país e depois aprender a jogar bola.
Nós fizemos o caminho inverso em relação ao futebol, devemos saber que o mundo aprendeu a jogar bola e que não existe mais o futebol arte, hoje existe o futebol forte, planejado, disputado em que as forças se equivalem e o peso da camisa cada vez mais ficará para a história. Os países tidos como grandes no futebol, serão simplesmente cabeças de chave em sorteios de copas pelo fato de terem um destaque a mais em relação aos países sem peso nenhum.
A lição que fica é que sucumbimos diante do planejado, não adianta mais pegar 23 “melhores” e colocar em campo é necessário estudar, reestruturar e disputar com mais garra as competições que vierem, para que possamos voltar a vencer e quem sabe nos orgulhar ainda mais de nosso país enterrado em escândalos e corrupção.
Não me incomodo em esperar por mais 24 anos para que sejamos campeões de novo, mas sim, poder ir a um hospital de qualidade, nossos filhos estudarem em boas escolas públicas, ser um exemplo em segurança, enfim, tudo o que desejamos além de um bom futebol e uma grande festa de carnaval.

Wilson Balaions. 14.07.2014.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Wilson Balaions.: O Brasil precisa se reinventar!

Wilson Balaions.: O Brasil precisa se reinventar!: Esse texto não é meu, mas, eu achei muito contundente, politicamente correto e muito atual. Sim, eu confesso que não torci pela seleção C...

O Brasil precisa se reinventar!

Esse texto não é meu, mas, eu achei muito contundente, politicamente correto e muito atual.
Sim, eu confesso que não torci pela seleção Canarinho. Nunca desejei, todavia, a sua derrota, mais ainda por um placar tão humilhante. Tenho alguns motivos para agir assim. 
Poderia começar sob a perspectiva técnica do esporte futebol. Há que se reconhecer que nossos atletas atuais não pertencem às melhores safras. Esqueceram-se do básico: o futebol é um esporte coletivo; o campo não é templo para adoração. Esquema tático arcaico: dois pobres coitados no ataque; um dos quais marcando a própria sombra; e o outro se achando raio X, querendo passar por tudo e por todos. O restante dos mortais em campo deve defender a todo custo. Por que deixar alguém no meio de campo se um chutão basta? Pra que lateral? Capacidade de inovação um zero à esquerda, versatilidade menor ainda. O máximo foi colocar o velho Parreira como auxiliar técnico; seu nome bem diz de sua tendência à imobilidade vegetal. Putz, e aquele sósia do Sarney empedernido. Difícil. 
E essa tal de FIFA? Qual a sua legitimidade? Nada investiu, mas cercou-se de exigências, aviltando mesmo as leis brasileiras. Haja a vista a autorização para consumo de bebidas nos estádios. Li ainda há pouco um artigo em que esse órgão teria de pagar o salário do Neymar, enquanto estiver contundido. E agora que o povo brasileiro está nocauteado, pergunto quem pagará por essas obras bancadas exclusivamente com recursos públicos. Mais um comensal para o banquete. 
Vou me recusar de comentar sobre a CBF e de seus dirigentes, os Ricardos Teixeiras e afins. Fiquem com meu menosprezo. 
Que tal falar de infraestrutura arquitetada para a competição. Aeroportos mal acabados; vias públicas feitas às pressas, estádios com cheiro de tinta e grama solta. Obras, muitas obras não concluídas; nenhuma das quais com gastos realizados inferiores aos valores previstos. A malversação dos recursos públicos de plantão em tempo integral. Por que acabar as obras e matar os homens de colarinho, os operadores da intermediação e os mendigos empreiteiros de inanição? Os bezerros tem que continuar matando a fome, pois a vaquinha ainda está gorda. Só que a vaquinha se chama Brasil. 
Há uma tal de imprensa. Este autodenominado baluarte da cidadania presta duplo desserviço ao esporte e à prática política. Fica, de antemão, condenada pelo endeusamento de atletas, de impor artificialmente lideres e craques. Agora, depois de insuflar todos os balões da vaidade, ela própria vai derrubar um a um. Sim, alguns obstinados da mídia alertaram para o desempenho sofrível da seleção em campo. Quanto ao resto, seguiram o andor sem qualquer remorso. O outro demérito é mais perverso. Permitir que tanto descalabro venha acontecendo na surdina, sem qualquer denúncia, deveria ser considerado como crime hediondo. Aquela cena patética da grande rede televisiva nacional de pedir desculpas por sua passividade durante o regime militar vai-se repetindo agora. Será que daqui a vinte ou trinta anos estará pedindo desculpas aos brasileiros por sua mudez atual? Quanta cegueira provocou com a infinidade de matérias sobre a copa, ao passo em que dedicou um mínimo de matérias para as questões que afligem o brasileiro no seu dia-a-dia; questão política nem se fala!  Afinal é ano eleitoral, passar um mês sem tratar dos propósitos dos próximos governos é dispensável. Tratar das medidas tomadas pelos governos federal e estaduais e pelo Congresso é coisa sem importância. Sei que ninguém comentou com veemência o pífio desempenho da economia no último trimestre e o processo de desindustrialização em curso. Ninguém prestou atenção a mais uma manobra contábil para adequar os parâmetros econômicos às metas oficiais. Enfim, já havia propaganda governamental suficiente para abarrotar os cofres da mídia. Por que denunciar? 
O golpe de misericórdia foi o uso político da copa. Você dúvida? Explique apenas o porquê do 2014 subliminarmente pintado em vermelho na taça utilizada como logo da copa. Ou a bandeira do Brasil passou a ter essa cor vermelha? O fato é que o evento desde sua origem teve exploração política e fez parte de um projeto de permanecia no poder. O conluio entre os poderes executivo e legislativo de todos os níveis foi o que determinou a cidades-sedes. Ano de eleição, o apelo popular de uma copa. Não, tudo foi mera coincidência! Um dia saberemos algumas medidas que foram portas em prática nesse período encoberto pela copa e os escândalos escondidos debaixo do tapete. De qualquer forma, valer-se de uma competição e do fervor nacional para propósitos políticos é característica de regimes totalitários. Agir assim de forma escusa deveria pertencer à esfera criminal. 
E os blackblocks, que decepção! Protestaram tanto pelos gastos com a copa, mas apenas depois do fato consumado. O que seria uma manifestação legítima ganhou ares de tudo. Ninguém mais sabia o motivo de estar se engajando. E, por fim, os arruaceiros e bandidos que, usando dos governadores demagogos e bonzinhos, passaram a ousar no saque e no quebra-quebra, como se , a priori, usar os órgãos policiais para combater a baderna fosse antidemocrático. Como é sabido, os descontentes estão por aí nos estádios torcendo. E serão felizes para sempre. 
O trabalho é duro. Estruturar o futebol e preparar melhor os atletas para futuras competições até parece simples, embora não seja fácil. Exige que, necessariamente, se moralize a CBF. A farra das obras e do desvio de recursos depende de um Tribunal de Contas da União independente, como se fosse um quarto poder. Mas aí o caldo engrossa: a quem interessa matar a galinha dos ovos de ouro? 
A imprensa tem que passar sim por um marco regulatório. Deve ser avaliada pelo seu fim social de informar, e não pelo fim comercial de vender notícia. A formação de jornalista deve ser valorizada e enriquecida ainda mais com conteúdo ético e político. Restringir, quem sabe, a propaganda governamental, o que impediria o uso indecente do “cala boca” financeiro em socorro à mídia. 
O governo, qual quer que seja, deve se desapegar dos princípios de Maquiavel e de seu congênere travestido de vermelho, Gramsci, para conquista e manutenção do poder. Essa utopia poderia ser melhorada com as lições de Montesquieu sobre as funções dos poderes constituídos. O conteúdo programático das escolas da rede pública, particularmente de ensino médio, deveria contar com carga-horária destinada ao desenvolvimento político do cidadão. Aqui as lições contratualistas de Rousseau, Hobbes e Locke seriam mais do que bem vindas ao definir quais os deveres dos governantes e quais os direitos do governados. Essa balela de ensinar História da Filosofia é conversa de bêbado; tem sim que apresentar os fundamentos da filosofia política e da ética. Eu, particularmente, sou adepto do utilitarismo de Stuart Mill: o que não tem serventia para a maioria deve ser descartado. Se um governo não cumpre o seu fim constitucional, deve ser substituído. 
Estamos sim, como torcedores, com o nosso orgulho ferido. Perder faz parte dos esportes. Temos que nos acostumar a essa verdade. Virão muitas vitórias e algumas derrotas. Mas nos lembraremos desta em especial, que sirva de experiência e oportunidade. Nós, contudo, como seres políticos estamos perdendo de uma estonteante goleada e, pior, não temos consciência de nossa alienação. Imobilismo, passividade, inércia e conformismo contam solenemente para esse fato. 
Hoje (9 Julho), por uma feliz ou infeliz coincidência, comemora-se a Revolução Constitucionalista, um ato histórico contra a inexistência de uma Carta Magna e a perpetuação de um governo. Não sei até que ponto se algumas lições poderiam ser transportadas para os dias de hoje. Desacreditar instituições e continuísmo político-partidário são, pelo menos, pecados.  Assistir impassível ao descalabro, por certo, deveria ser crime. De qualquer forma, a Revolução de 32 é um grande exemplo. 
Por favor, não distorça minhas palavras. Não advogo que se derrubem governos. Digo apenas que não nos finjamos de cegos. Nada parou com a copa. Talvez possamos nos recuperar nos gramados daqui a quatro anos. Mas temos a chance de mudar ou manter o status quo daqui a alguns meses. Não sei anda em quem irei votar. Sei, porém, a quem não dar meu voto.
Termino com as palavras do hino gaúcho: “povo que não tem virtude acaba por ser escravo” 
A questão que permanece: somos realmente livres?

terça-feira, 17 de junho de 2014

Wilson Balaions.: Filha da Dilma!

Wilson Balaions.: Filha da Dilma!: Filha da Dilma! Quando eu disse que o PT deu um tiro pé com a realização da Copa 2014, eu não me enganei, ou melhor, nem eu, nem os torce...