Wilson Balaions.: Feliz Mandato Novo!: Já começou a nova etapa na política brasileira, com as esperanças renovadas após o pleito para deputados estadual e federal, senador, gover...
Nasce uma nova esperança de ter um Brasil mais Brasil!
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Feliz Mandato Novo!
Já começou
a nova etapa na política brasileira, com as esperanças renovadas após o pleito
para deputados estadual e federal, senador, governador e presidente, claro que
a parte àqueles que ainda irão brigar no segundo turno, definirem o novo modelo
de gestão.
A política
brasileira passa por uma turbulência jamais vista antes, talvez pelo fato do
massivo acesso a internet e a insatisfação geral do cidadão no que tange a
classe política. Tanto a política quanto os políticos não estão bem classificados
na boca do povo.
Claro
que isso não se remete ao fato de um ou outro alcançar números extraordinários e
outros decepcionantes.
A briga
na internet foi a grande diferença, apoios, conluios, discursos inflamados em
defesa desse ou daquele candidato, ofensas, xingamentos, enfim, hoje é festa
para alguns e tristeza para outros, o que foi gasto, talvez se investisse um
pouquinho mais poderia conseguir ser eleito, mas, faltou o quê?
O que
sempre renova no meu ver é a esperança de se ter um Brasil melhor, menos corruptível,
mais igualitário. Os agora, deputados, senadores, governadores e presidente que
saibam manipular a máquina para o nosso benefício, não para somente os deles,
que haja projetos que realmente chegue no povo, na boca do povo.
Reformas
como a política, por exemplo, precisa ser feita, revista. Em um país democrático
de direito não é justo que onze candidatos a presidente, tenham diferentes
tempos na TV, isso é desonesto! Com um minuto alguém consegue mostrar seu plano
de governo?
Outras
mudanças urgentes precisam ser votadas, a violência é soberana no Brasil e não
se muda, atualiza o vovozinho do código penal, é necessário acabar de uma vez
com indultos, relaxamento de pena, progressão de pena, boa conduta para
diminuir a pena, do que adianta ter boa conduta na cadeia se na rua é um
bandido/assassino?
É necessário
um reforma tributária mais justa com o trabalhador que paga trilhões em
impostos todos os anos para receber em troca uma saúde em estado terminal,
escolas completamente analfabetas e mal cuidadas, a insegurança total que
vivemos. São precisos vários incentivos para que grandes empresas invistam no
país e não fiquem esbarrando em burocracia.
Enfim,
no fim desse mês teremos as definições com o fim das eleições e, que as novas
bundas que irão ocupar as cadeiras que usem bastante o cérebro em prol de seu
povo, como também as velhas bundas que forem reeleitas.
Wilson
Balaions. Jornalista e Radialista. 06.10.2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Wilson Balaions.: Os Filhos do Crack!
Wilson Balaions.: Os Filhos do Crack!: Crack também chamado de pedra ou rocha é cocaína solidificada em cristais . O nome inglês crack deriva do seu barulho peculi...
Ação efetiva em combate ao crack em mulheres é urgente, interromper o processo de gravidez dessas mulheres no meu ver é de fundamental importância para o sucesso na cura.
Ação efetiva em combate ao crack em mulheres é urgente, interromper o processo de gravidez dessas mulheres no meu ver é de fundamental importância para o sucesso na cura.
Os Filhos do Crack!
Crack também chamado de pedra ou rocha é cocaína solidificada em cristais. O nome inglês crack deriva
do seu barulho peculiar ao ser fumado. Essa
droga é a conversão do cloridrato
de cocaína para base livre através de sua mistura com bicarbonato de sódio e água.
É a forma de cocaína mais viciante e também a mais poderosa de todas as drogas. As pedras de crack oferecem
uma curta, mas, intensa euforia aos fumantes. Seu vicio é muito rápido e leva com a mesma velocidade à
morte, se comparado as outras drogas como a maconha, por exemplo.
Apelidados de “crocolândias”, diversos lugares espalhados
pelo Brasil concentram uma grande quantidade de viciados, em geral homens, mas,
o que vem preocupando a sociedade e, principalmente, as autoridades, são as
mulheres.
Entregues ao vício essas mulheres em geral fazem de tudo para
obter a droga e a forma mais usual é a troca de sexo pela “pedra”, nessa
prática, muitas acabam engravidando e consequentemente gerando os filhos do crack, muitas vezes deixados em
hospitais, quando não em esquinas, largados a própria sorte.
Em matérias produzidas por jornais televisivos de São Paulo,
claramente é mostrada a falência por parte do governo em tratar desses doentes,
a fala das autoridades é preocupante, no que tange frear essas gravidezes das
viciadas.
Uma jovem de 25 anos e há 10 no vício é mãe de 6 crianças,
todas deixadas em creches ou hospitais, na entrevista por exemplo, ela estava
grávida novamente e, nesses casos, muitas vezes o mesmo hospital faz as
cirurgias de parto.
O que me deixa perplexo, além da falta de gerenciamento por
parte do governo é a conivência do mesmo, o caso dessa jovem que deu a luz 6
vezes e esta grávida do sétimo, não seria melhor fazer um espécie de laqueadura
nessa jovem para que se possa fazer um trabalho de recuperação e socialização
nela, ao invés, da mesma continuar deixando filhos para o governo cuidar,
crianças essas sem o menor direito de serem felizes e fadadas a marginalidade, o
que acontece de fato?
Campanhas paliativas como panfletos e preservativos não
servem de nada ou o governo acha que o drogado, curtindo sua “nóia” vai ler
panfletos e passar a usar camisinha?
É necessário em primeiro lugar impedir que essas mulheres
engravidem, para depois com muito trabalho iniciar o processo de recuperação da
mesma, uma vez curada, devolve-se para ela a fertilidade para que consiga
construir ou reconstruir uma família de verdade.
Wilson Balaions. Jornalista e radialista. 02.09.2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Wilson Balaions.: Futebol e a Copa!
Wilson Balaions.: Futebol e a Copa!: Há muito tempo venho prestando atenção aos comentários sobre a seleção brasileira de futebol ou simplesmente, onde esta o futebol arte que ...
A palavra é planejamento, sem ela, não teremos um futuro que desejamos e nem títulos de copa do mundo.
A palavra é planejamento, sem ela, não teremos um futuro que desejamos e nem títulos de copa do mundo.
Futebol e a Copa!
Há
muito tempo venho prestando atenção aos comentários sobre a seleção brasileira
de futebol ou simplesmente, onde esta o futebol arte que encantou o mundo em
três copas do mundo, 58, 62 e 70 e a inesquecível seleção de 82?
Porque
será que os jogadores que encantaram gerações, já não encantam tanto assim? O que
houve e qual a principal mudança, esquecemos como se joga futebol ou os outros
aprenderam a jogar futebol?
Vou
me ater ao fato do Brasil, três vezes campeão mundo antes de 70, era um país
preocupado em saber jogar bola e carnaval, ao contrário dos países europeus que
estavam preocupados mesmo em construir nações para que seus povos pudessem um
dia se encantar com o futebol.
Então,
os maiores jogadores do mundo eram obviamente brasileiros com lampejos de um ou
outro europeu em destaque, como o inglês George Best e o português Eusébio da
Silva Ferreira.
O
que quero dizer com isso é que desde que o mundo é mundo e depois de Cabral o
Brasil só foi roubado, surrupiado, em pequenas palavras, todos os governos que
tivemos se preocupou em nos roubar, dando-nos pequenos nacos de investimentos,
então, nossa alegria vinha do futebol e do carnaval.
Ao
contrário do que fez a Alemanha nesta última copa, com um planejamento de 10
anos pleiteando uma conquista do mundial, que em minha opinião era a favorita. Esse
país que até 1989 era dividido, hoje é um exemplo em administração, tecnologia
e sustentabilidade, tendo a terceira melhor economia do mundo.
Também
não posso esquecer que esse mesmo país foi governado por um demente que achava
ser a melhor raça do mundo, quase dando cabo sobre outra etnia, essa que os
alemães os tratavam como sub-raça.
Resta-nos
agora aprender a planejar de fato um determinado objetivo e tirar de exemplo
esse fracasso do futebol, os novos continentes como o norte americano e
australiano em breve irão gozar de um título dessa envergadura, porque antes se
preocuparam em construir um país e depois aprender a jogar bola.
Nós
fizemos o caminho inverso em relação ao futebol, devemos saber que o mundo
aprendeu a jogar bola e que não existe mais o futebol arte, hoje existe o
futebol forte, planejado, disputado em que as forças se equivalem e o peso da
camisa cada vez mais ficará para a história. Os países tidos como grandes no
futebol, serão simplesmente cabeças de chave em sorteios de copas pelo fato de
terem um destaque a mais em relação aos países sem peso nenhum.
A
lição que fica é que sucumbimos diante do planejado, não adianta mais pegar 23 “melhores”
e colocar em campo é necessário estudar, reestruturar e disputar com mais garra
as competições que vierem, para que possamos voltar a vencer e quem sabe nos
orgulhar ainda mais de nosso país enterrado em escândalos e corrupção.
Não
me incomodo em esperar por mais 24 anos para que sejamos campeões de novo, mas
sim, poder ir a um hospital de qualidade, nossos filhos estudarem em boas
escolas públicas, ser um exemplo em segurança, enfim, tudo o que desejamos além
de um bom futebol e uma grande festa de carnaval.
Wilson
Balaions. 14.07.2014.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Wilson Balaions.: O Brasil precisa se reinventar!
Wilson Balaions.: O Brasil precisa se reinventar!: Esse texto não é meu, mas, eu achei muito contundente, politicamente correto e muito atual. Sim, eu confesso que não torci pela seleção C...
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