Wilson Balaions.: Os Filhos do Crack!: Crack também chamado de pedra ou rocha é cocaína solidificada em cristais . O nome inglês crack deriva do seu barulho peculi...
Ação efetiva em combate ao crack em mulheres é urgente, interromper o processo de gravidez dessas mulheres no meu ver é de fundamental importância para o sucesso na cura.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Os Filhos do Crack!
Crack também chamado de pedra ou rocha é cocaína solidificada em cristais. O nome inglês crack deriva
do seu barulho peculiar ao ser fumado. Essa
droga é a conversão do cloridrato
de cocaína para base livre através de sua mistura com bicarbonato de sódio e água.
É a forma de cocaína mais viciante e também a mais poderosa de todas as drogas. As pedras de crack oferecem
uma curta, mas, intensa euforia aos fumantes. Seu vicio é muito rápido e leva com a mesma velocidade à
morte, se comparado as outras drogas como a maconha, por exemplo.
Apelidados de “crocolândias”, diversos lugares espalhados
pelo Brasil concentram uma grande quantidade de viciados, em geral homens, mas,
o que vem preocupando a sociedade e, principalmente, as autoridades, são as
mulheres.
Entregues ao vício essas mulheres em geral fazem de tudo para
obter a droga e a forma mais usual é a troca de sexo pela “pedra”, nessa
prática, muitas acabam engravidando e consequentemente gerando os filhos do crack, muitas vezes deixados em
hospitais, quando não em esquinas, largados a própria sorte.
Em matérias produzidas por jornais televisivos de São Paulo,
claramente é mostrada a falência por parte do governo em tratar desses doentes,
a fala das autoridades é preocupante, no que tange frear essas gravidezes das
viciadas.
Uma jovem de 25 anos e há 10 no vício é mãe de 6 crianças,
todas deixadas em creches ou hospitais, na entrevista por exemplo, ela estava
grávida novamente e, nesses casos, muitas vezes o mesmo hospital faz as
cirurgias de parto.
O que me deixa perplexo, além da falta de gerenciamento por
parte do governo é a conivência do mesmo, o caso dessa jovem que deu a luz 6
vezes e esta grávida do sétimo, não seria melhor fazer um espécie de laqueadura
nessa jovem para que se possa fazer um trabalho de recuperação e socialização
nela, ao invés, da mesma continuar deixando filhos para o governo cuidar,
crianças essas sem o menor direito de serem felizes e fadadas a marginalidade, o
que acontece de fato?
Campanhas paliativas como panfletos e preservativos não
servem de nada ou o governo acha que o drogado, curtindo sua “nóia” vai ler
panfletos e passar a usar camisinha?
É necessário em primeiro lugar impedir que essas mulheres
engravidem, para depois com muito trabalho iniciar o processo de recuperação da
mesma, uma vez curada, devolve-se para ela a fertilidade para que consiga
construir ou reconstruir uma família de verdade.
Wilson Balaions. Jornalista e radialista. 02.09.2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Wilson Balaions.: Futebol e a Copa!
Wilson Balaions.: Futebol e a Copa!: Há muito tempo venho prestando atenção aos comentários sobre a seleção brasileira de futebol ou simplesmente, onde esta o futebol arte que ...
A palavra é planejamento, sem ela, não teremos um futuro que desejamos e nem títulos de copa do mundo.
A palavra é planejamento, sem ela, não teremos um futuro que desejamos e nem títulos de copa do mundo.
Futebol e a Copa!
Há
muito tempo venho prestando atenção aos comentários sobre a seleção brasileira
de futebol ou simplesmente, onde esta o futebol arte que encantou o mundo em
três copas do mundo, 58, 62 e 70 e a inesquecível seleção de 82?
Porque
será que os jogadores que encantaram gerações, já não encantam tanto assim? O que
houve e qual a principal mudança, esquecemos como se joga futebol ou os outros
aprenderam a jogar futebol?
Vou
me ater ao fato do Brasil, três vezes campeão mundo antes de 70, era um país
preocupado em saber jogar bola e carnaval, ao contrário dos países europeus que
estavam preocupados mesmo em construir nações para que seus povos pudessem um
dia se encantar com o futebol.
Então,
os maiores jogadores do mundo eram obviamente brasileiros com lampejos de um ou
outro europeu em destaque, como o inglês George Best e o português Eusébio da
Silva Ferreira.
O
que quero dizer com isso é que desde que o mundo é mundo e depois de Cabral o
Brasil só foi roubado, surrupiado, em pequenas palavras, todos os governos que
tivemos se preocupou em nos roubar, dando-nos pequenos nacos de investimentos,
então, nossa alegria vinha do futebol e do carnaval.
Ao
contrário do que fez a Alemanha nesta última copa, com um planejamento de 10
anos pleiteando uma conquista do mundial, que em minha opinião era a favorita. Esse
país que até 1989 era dividido, hoje é um exemplo em administração, tecnologia
e sustentabilidade, tendo a terceira melhor economia do mundo.
Também
não posso esquecer que esse mesmo país foi governado por um demente que achava
ser a melhor raça do mundo, quase dando cabo sobre outra etnia, essa que os
alemães os tratavam como sub-raça.
Resta-nos
agora aprender a planejar de fato um determinado objetivo e tirar de exemplo
esse fracasso do futebol, os novos continentes como o norte americano e
australiano em breve irão gozar de um título dessa envergadura, porque antes se
preocuparam em construir um país e depois aprender a jogar bola.
Nós
fizemos o caminho inverso em relação ao futebol, devemos saber que o mundo
aprendeu a jogar bola e que não existe mais o futebol arte, hoje existe o
futebol forte, planejado, disputado em que as forças se equivalem e o peso da
camisa cada vez mais ficará para a história. Os países tidos como grandes no
futebol, serão simplesmente cabeças de chave em sorteios de copas pelo fato de
terem um destaque a mais em relação aos países sem peso nenhum.
A
lição que fica é que sucumbimos diante do planejado, não adianta mais pegar 23 “melhores”
e colocar em campo é necessário estudar, reestruturar e disputar com mais garra
as competições que vierem, para que possamos voltar a vencer e quem sabe nos
orgulhar ainda mais de nosso país enterrado em escândalos e corrupção.
Não
me incomodo em esperar por mais 24 anos para que sejamos campeões de novo, mas
sim, poder ir a um hospital de qualidade, nossos filhos estudarem em boas
escolas públicas, ser um exemplo em segurança, enfim, tudo o que desejamos além
de um bom futebol e uma grande festa de carnaval.
Wilson
Balaions. 14.07.2014.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Wilson Balaions.: O Brasil precisa se reinventar!
Wilson Balaions.: O Brasil precisa se reinventar!: Esse texto não é meu, mas, eu achei muito contundente, politicamente correto e muito atual. Sim, eu confesso que não torci pela seleção C...
O Brasil precisa se reinventar!
Esse texto não é meu, mas, eu achei muito contundente, politicamente correto e muito atual.
Sim, eu confesso que não torci pela seleção Canarinho. Nunca desejei, todavia, a sua derrota, mais ainda por um placar tão humilhante. Tenho alguns motivos para agir assim.
Poderia começar sob a perspectiva técnica do esporte futebol. Há que se reconhecer que nossos atletas atuais não pertencem às melhores safras. Esqueceram-se do básico: o futebol é um esporte coletivo; o campo não é templo para adoração. Esquema tático arcaico: dois pobres coitados no ataque; um dos quais marcando a própria sombra; e o outro se achando raio X, querendo passar por tudo e por todos. O restante dos mortais em campo deve defender a todo custo. Por que deixar alguém no meio de campo se um chutão basta? Pra que lateral? Capacidade de inovação um zero à esquerda, versatilidade menor ainda. O máximo foi colocar o velho Parreira como auxiliar técnico; seu nome bem diz de sua tendência à imobilidade vegetal. Putz, e aquele sósia do Sarney empedernido. Difícil.
E essa tal de FIFA? Qual a sua legitimidade? Nada investiu, mas cercou-se de exigências, aviltando mesmo as leis brasileiras. Haja a vista a autorização para consumo de bebidas nos estádios. Li ainda há pouco um artigo em que esse órgão teria de pagar o salário do Neymar, enquanto estiver contundido. E agora que o povo brasileiro está nocauteado, pergunto quem pagará por essas obras bancadas exclusivamente com recursos públicos. Mais um comensal para o banquete.
Vou me recusar de comentar sobre a CBF e de seus dirigentes, os Ricardos Teixeiras e afins. Fiquem com meu menosprezo.
Que tal falar de infraestrutura arquitetada para a competição. Aeroportos mal acabados; vias públicas feitas às pressas, estádios com cheiro de tinta e grama solta. Obras, muitas obras não concluídas; nenhuma das quais com gastos realizados inferiores aos valores previstos. A malversação dos recursos públicos de plantão em tempo integral. Por que acabar as obras e matar os homens de colarinho, os operadores da intermediação e os mendigos empreiteiros de inanição? Os bezerros tem que continuar matando a fome, pois a vaquinha ainda está gorda. Só que a vaquinha se chama Brasil.
Há uma tal de imprensa. Este autodenominado baluarte da cidadania presta duplo desserviço ao esporte e à prática política. Fica, de antemão, condenada pelo endeusamento de atletas, de impor artificialmente lideres e craques. Agora, depois de insuflar todos os balões da vaidade, ela própria vai derrubar um a um. Sim, alguns obstinados da mídia alertaram para o desempenho sofrível da seleção em campo. Quanto ao resto, seguiram o andor sem qualquer remorso. O outro demérito é mais perverso. Permitir que tanto descalabro venha acontecendo na surdina, sem qualquer denúncia, deveria ser considerado como crime hediondo. Aquela cena patética da grande rede televisiva nacional de pedir desculpas por sua passividade durante o regime militar vai-se repetindo agora. Será que daqui a vinte ou trinta anos estará pedindo desculpas aos brasileiros por sua mudez atual? Quanta cegueira provocou com a infinidade de matérias sobre a copa, ao passo em que dedicou um mínimo de matérias para as questões que afligem o brasileiro no seu dia-a-dia; questão política nem se fala! Afinal é ano eleitoral, passar um mês sem tratar dos propósitos dos próximos governos é dispensável. Tratar das medidas tomadas pelos governos federal e estaduais e pelo Congresso é coisa sem importância. Sei que ninguém comentou com veemência o pífio desempenho da economia no último trimestre e o processo de desindustrialização em curso. Ninguém prestou atenção a mais uma manobra contábil para adequar os parâmetros econômicos às metas oficiais. Enfim, já havia propaganda governamental suficiente para abarrotar os cofres da mídia. Por que denunciar?
O golpe de misericórdia foi o uso político da copa. Você dúvida? Explique apenas o porquê do 2014 subliminarmente pintado em vermelho na taça utilizada como logo da copa. Ou a bandeira do Brasil passou a ter essa cor vermelha? O fato é que o evento desde sua origem teve exploração política e fez parte de um projeto de permanecia no poder. O conluio entre os poderes executivo e legislativo de todos os níveis foi o que determinou a cidades-sedes. Ano de eleição, o apelo popular de uma copa. Não, tudo foi mera coincidência! Um dia saberemos algumas medidas que foram portas em prática nesse período encoberto pela copa e os escândalos escondidos debaixo do tapete. De qualquer forma, valer-se de uma competição e do fervor nacional para propósitos políticos é característica de regimes totalitários. Agir assim de forma escusa deveria pertencer à esfera criminal.
E os blackblocks, que decepção! Protestaram tanto pelos gastos com a copa, mas apenas depois do fato consumado. O que seria uma manifestação legítima ganhou ares de tudo. Ninguém mais sabia o motivo de estar se engajando. E, por fim, os arruaceiros e bandidos que, usando dos governadores demagogos e bonzinhos, passaram a ousar no saque e no quebra-quebra, como se , a priori, usar os órgãos policiais para combater a baderna fosse antidemocrático. Como é sabido, os descontentes estão por aí nos estádios torcendo. E serão felizes para sempre.
O trabalho é duro. Estruturar o futebol e preparar melhor os atletas para futuras competições até parece simples, embora não seja fácil. Exige que, necessariamente, se moralize a CBF. A farra das obras e do desvio de recursos depende de um Tribunal de Contas da União independente, como se fosse um quarto poder. Mas aí o caldo engrossa: a quem interessa matar a galinha dos ovos de ouro?
A imprensa tem que passar sim por um marco regulatório. Deve ser avaliada pelo seu fim social de informar, e não pelo fim comercial de vender notícia. A formação de jornalista deve ser valorizada e enriquecida ainda mais com conteúdo ético e político. Restringir, quem sabe, a propaganda governamental, o que impediria o uso indecente do “cala boca” financeiro em socorro à mídia.
O governo, qual quer que seja, deve se desapegar dos princípios de Maquiavel e de seu congênere travestido de vermelho, Gramsci, para conquista e manutenção do poder. Essa utopia poderia ser melhorada com as lições de Montesquieu sobre as funções dos poderes constituídos. O conteúdo programático das escolas da rede pública, particularmente de ensino médio, deveria contar com carga-horária destinada ao desenvolvimento político do cidadão. Aqui as lições contratualistas de Rousseau, Hobbes e Locke seriam mais do que bem vindas ao definir quais os deveres dos governantes e quais os direitos do governados. Essa balela de ensinar História da Filosofia é conversa de bêbado; tem sim que apresentar os fundamentos da filosofia política e da ética. Eu, particularmente, sou adepto do utilitarismo de Stuart Mill: o que não tem serventia para a maioria deve ser descartado. Se um governo não cumpre o seu fim constitucional, deve ser substituído.
Estamos sim, como torcedores, com o nosso orgulho ferido. Perder faz parte dos esportes. Temos que nos acostumar a essa verdade. Virão muitas vitórias e algumas derrotas. Mas nos lembraremos desta em especial, que sirva de experiência e oportunidade. Nós, contudo, como seres políticos estamos perdendo de uma estonteante goleada e, pior, não temos consciência de nossa alienação. Imobilismo, passividade, inércia e conformismo contam solenemente para esse fato.
Hoje (9 Julho), por uma feliz ou infeliz coincidência, comemora-se a Revolução Constitucionalista, um ato histórico contra a inexistência de uma Carta Magna e a perpetuação de um governo. Não sei até que ponto se algumas lições poderiam ser transportadas para os dias de hoje. Desacreditar instituições e continuísmo político-partidário são, pelo menos, pecados. Assistir impassível ao descalabro, por certo, deveria ser crime. De qualquer forma, a Revolução de 32 é um grande exemplo.
Por favor, não distorça minhas palavras. Não advogo que se derrubem governos. Digo apenas que não nos finjamos de cegos. Nada parou com a copa. Talvez possamos nos recuperar nos gramados daqui a quatro anos. Mas temos a chance de mudar ou manter o status quo daqui a alguns meses. Não sei anda em quem irei votar. Sei, porém, a quem não dar meu voto.
Termino com as palavras do hino gaúcho: “povo que não tem virtude acaba por ser escravo”
A questão que permanece: somos realmente livres?
terça-feira, 17 de junho de 2014
Wilson Balaions.: Filha da Dilma!
Wilson Balaions.: Filha da Dilma!: Filha da Dilma! Quando eu disse que o PT deu um tiro pé com a realização da Copa 2014, eu não me enganei, ou melhor, nem eu, nem os torce...
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