quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cidadão Problema!


Já tem algumas semanas em que amigos e leitores dessa coluna cobram algum tipo de ação por parte da prefeitura em relação aos moradores de rua da cidade que atinge um número cada vez maior dessa população problema e indesejada. As pessoas me escrevem, quando muitas vezes, conversam comigo a respeito do assunto, pedindo alguma solução.
O tema realmente cabe muitas discussões, principalmente, na internet. Defensores ou não dos moradores de rua, a polemica é grande, ainda mais agora que é ano eleitoral, então, é preciso ter tato para tratar do assunto. Uns acham que adotar a internação compulsória (obrigada) em abrigos é a mais acertada e outros que a vontade alheia seja respeitada.
Não vejo como saudável uma cidade com essa população aos quatro cantos. Essa semana um amigo postou no facebook uma foto em que um munícipe leva alimento para esses moradores no centro da cidade. Pronto! A Polêmica foi lançada. Muita gente comentando que esse é um trabalho da prefeitura, que a mesma não olha para esse povo e coisa e tal. Outros, que simplesmente não apóiam tais atitudes, por achar comodismo por parte dessas pessoas não largarem as ruas por essas ações.
Participei de uma reunião da força tarefa da Guarda Municipal da cidade, onde a responsável pela ação mostrou dados que impressionam. Um deles é de jovens entre 20 e 25 anos usuários de drogas, que hoje habitam as ruas para conseguirem dinheiro “fácil”. O endurecimento por parte dessas pessoas em não quererem ir para o albergue oferecido pela prefeitura para tomar banho, pegar roupas limpas e comer.
Muitos deles brigam, correm, fogem e a ação quando vista por algum munícipe muitas vezes é criticada, achando que a Guarda usa da força para repreendê-los, mas como resolver essa questão? No bate papo é mais difícil, não impossível. Alguém aqui quer esse tipo de gente dormindo em seu portão?
Repatriá-los para as suas cidades e estados de origem é uma alternativa, mas não é fácil. É bom morar na praia, não é mesmo?
Eu ouvi um promotor dizendo que a maior ajuda que a população pode dar é oferecer essa comida, esse cobertor, essa roupa, para o albergue municipal que é o equipamento mais adequado para receber essa gente, não ir as ruas oferecer como bom samaritano, os números mostram que essa “ajuda”, não ajuda em nada, pelo contrário, só atrapalha.
Como eu mesmo escrevi outra vez, penso que as pessoas podem ir e vir para onde quiserem, mas não aceito que venham para cá morar em ruas e praças e a prefeitura ter que pegar essa conta, quando eu decidi sair da casa de meus pais, trabalhei duro para prover meu sustento e ter moradia.
A prefeitura e a Guarda Municipal trabalham forte nessa questão, sei disso, mas a quantidade é grande de pessoas. Quem quiser ajudar pode ir até o Albergue Municipal, Avenida Manoel Otelo Rodrigues, Jardim Boa Esperança, próximo ao antigo Hospital Ana Costa em Vicente de Carvalho.
Wilson Balaions. Radialista e Jornalista. 29.05.2012.
balaions2001@hotmail.com,www.wilsonbalaions.blogspot.com

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O Ônus do Bônus!


Esse é um termo que utilizo muito no meu dia-a-dia quando eu vejo algo que teoricamente deveria ser bom, mas não é. Isso em qualquer esfera de conhecimento ou ação, enfim, essa foi uma forma que eu encontrei para ver de uma outra ótica algo negativo.
Okey, me deixa tentar exemplificar para que o entendimento seja absorvido de uma maneira mais fácil. A Xuxa disse nesse domingo que para fazer coisas corriqueiras, como ir ao supermercado, por exemplo, é um evento e para nós, não, no que diz respeito a questão da liberdade.
Então, todo o louro que ela carrega por ser famosa e bonita, é ruim, porque, ela não tem a liberdade de ir a um supermercado sem ser importunada por uma tiete, fã, paparazzi ou qualquer outra pessoa que possa abordá-la e incomodá-la no seu sossego, então eu intitulo essa ação de ônus do bônus.
Quem não tem um amigo que esta em situação financeira melhor que você e em determinado momento ou dia você sentiu aquela pontinha de inveja. “Putz, fulano de tal esta bem, carro zero, grana, casa boa”, mas, como no dito popular, só vemos a cachaça que ele toma e não o tombo, esse mesmo amigo, trabalha horrores e acorda bem cedo todos os dias, então, nessa situação eu também digo que é o ônus do bônus.
Na minha atual condição de colunista social, onde semanalmente eu escrevo o que me vem na mente, já há quase dois anos, colho, Graças a Deus, muito mais bônus do que ônus, mas eles existem e nesse caso são as criticas das pessoas que não concordam com o que escrevo, debatem e discordam por ler contrária sua opinião.
Não ganhamos todas, ainda bem! Tem também outro dito popular que diz que a unanimidade é burra e, não seriam meus modestos e opinativos artigos que teriam essa unanimidade, se nem a bíblia é aceita por todos, quem dera meus “manuscritos”, “transcritos”, nesse espaço democrático.
Então, como podemos perceber o ônus do bônus, não se resume somente aos ricos e famosos e, sim a todos nós que temos em nossas vidas os nossos bônus, que vem embutido no “quem planta, colhe” e o ônus, que em resposta a essa afirmativa, é o nada.
Vá e corra sempre em busca de seu ideal, do seu bônus, para que no futuro não somente reste o ônus de uma vida vazia.
Wilson Balaions. Radialista e Jornalista. 23.05.2012
www.wilsonbalaions.blogspot.com, balaions2001@hotmail.com

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Racismo, cinismo; Preconceito, defeito.

Racismo: É um pensamento tendencioso em que se dá grande importância à existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras.
Preconceito: É uma atitude discriminatória que baseia conhecimentos surgidos em determinado momento como se revelassem verdades sobre pessoas ou lugares determinados.
Dadas as explicações, vamos a idiotice da semana, assim mesmo, sem muita manobra ou bla´, bla´, blá na questão do racismo e preconceito no Brasil, que até hoje é mantido em segredo dentro da cabeça de muitos e explorados aos ventos por outras.
Quem nunca teve um pensamento racista ou atitude discriminatória que atire a primeira pedra e comece a construir seu castelo de vidro. A música do cantor Alexandre Pires que essa semana virou noticia no país, exemplifica bem essa questão, afinal, estava o cantor querendo ofender os negros? Ou essas pessoas que trabalham para as Ong’s ou sei lá o que, que defendem o direito de sei lá quem, tem um pensamento racista?
Para mim, na boa? As pessoas que se sentiram ofendidas são os maiores racistas que existe, porque, enquanto essa meia dúzia de Zé Mané se preocupava em processar o Alexandre Pires, que é negro, diga-se de passagem, o resto do Brasil cantava a dançava a música alegre que ele fez.
Porque hoje? Porque agora? Só porque ele tem no clipe uma celebridade nacional hoje que é o Neymar? Para dar maior notoriedade? Então porque esses mesmos defensores não processaram o mesmo Alexandre Pires quando ainda era da banda Só Pra Contrariar com a música da barata.
O quê? Não existe sociedade defensora dos animais nojentos que não morrem nem em caso de bomba nuclear? Coitada da barata da vizinha tomou chicotada, tomou paulada, foi detetizada e não teve uma boa alma que saiu em sua defesa. Ah galera, faça-me o favor vai, esse país tem milhares de questões muito mais importantes para se pensar.
Eu sei muito bem o que é sentir racismo e discriminação, morei fora do Brasil e vi como eles pensam e tratam brasileiros no exterior. E provei que eles se enganaram em relação a mim, trabalhei muito e mostrei quem eu era, sem essa babaquice de processar alguém por racismo. Vão trabalhar, porque é a melhor coisa a se fazer.
Como vou fazer agora para chamar meu amigo negão de negão? E o meu amigo alemão de alemão? Pode alguém aqui agora visualizar se esse amigo negão eu o chamo assim por ele ser negro ou simplesmente porque gosto de chamá-lo de negão, e o alemão, é a mesma coisa?
Então galera, como disse anteriormente o racismo e o preconceito esta na cabeça de cada um de nós, animais racionais ou serei processado por algum sem cérebro por escrever isso?
Wilson Balaions. Radialista e Jornalista. 15.05.2012.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Dia das Mães.

Antes de mais nada! Quero desejar um Feliz Dia das Mães a todas as mães desse Brasil.
O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Annie Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão.
Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Anny com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e, conseqüentemente, o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Reia, a Mãe dos deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Julia Ward Howe, autora de O Hino de Batalha da República.
No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Em Portugal, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio, embora durante muitos anos tivesse sido comemorado no dia 8 de Dezembro, dia da Nossa Senhora da Conceição.
Em Israel o Dia da Mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o Dia da Família em Fevereiro.
No Brasil é comemorado no segundo domingo do mês de maio. E é considerada uma data que move muito o comércio brasileiro.
Datas fixas de celebração do Dia das Mães em alguns países. 3 de Março; na Geórgia, 8 de Março; Albânia, Rússia, Sérvia, Montenegro, Bulgária, Romênia, Moldávia e Butão, 21 de Março; Egito, Síria, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.
Na Grécia comemora-se no dia 7 de Abril, 10 de Maio; México, Guatemala, Bahrein, Hong Kong, Índia, Malásia, Qatar, Singapura, dia 15 de Maio; Paraguai, 26 de Maio; Polônia, dia 27 de Maio; Bolívia, República Dominicana, no dia 12 de Agosto na Tailândia, no dia 15 de Agosto; Bélgica e Costa Rica (Assunção de Maria) e, finalizando no dia 8 de Dezembro no Panamá.
Wilson Balaions. Radialista e Jornalista.
 
Texto extraído da Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

“Da Silva!”


Sobrenome forte esse que completa o nome próprio de milhões de brasileiros e, com a ajuda do Wikipédia consegui algumas informações tais como: “Silva (apelido) é possivelmente o mais difundido apelido de família (sobrenome) nos países de língua portuguesa [carece de fontes]. Sua origem é claramente *toponímica*, sendo derivado diretamente da palavra latina SILVA que significa selva, floresta ou bosque, e tem a sua origem na Torre e Honra de Silva junto a Valença”.
“De fato, em Portugal, na Galiza, Leão e Astúrias, existem diversas localidades cujos nomes compõem-se por "Silva". É possível, porém, verificar que a popularidade deste apelido remonta ao século XVII em Portugal e também no Brasil”.
Como já pudemos observar o sobrenome Da Silva ou simplesmente Silva remonta a idéia de que os nobres de sangue ou de coração adotam esse apelido (sobrenome) em suas famílias e assim cada um vive seu clã, contando sua história e suas particularidades.
Mas o que isso tem haver com o artigo dessa semana? É que no Brasil tivemos vários “Da Silvas” anônimos ou não e, que fizeram história.
Para mim sem dúvida nenhuma, na minha geração, o maior “Da Silva” que tivemos não tinha esse o sobrenome que se destacou no mundo e sim outro, muito mais conhecido em todas as esquinas do planeta, SENNA.
Nesse último 1º de Maio de 2012 fez 18 anos que o Brasil perdeu seu maior ídolo no esporte, Ayrton SENNA da Silva, nos deixou naquele chato domingo de 1994.
Um cara que fez questão de levantar a bandeira brasileira em suas vitórias e, não foram poucas, dono de um coração onde a caridade só se fez aparecer depois de seu desaparecimento, hoje o instituto Ayrton Senna, dono da marca Senninha, atende milhares de crianças em todo país.
Para aqueles que gostavam e tinham o Senna como ídolo não preciso aqui tecer as qualidades dele, muito menos escrever o quanto que muitos brasileiros se espelhavam na decência do homem que foi e, para aqueles que não gostavam, não escreverei mesmo, afinal, se enquanto foi vivo isso não mudou!
Senna foi ímpar, único. Muitos países tiveram seus ídolos, mas o Brasil teve seu Mito, seu Mestre, um brasileiro que não tinha vergonha de seu país, de sua origem, filho de família rica e abastada, mas mesmo assim a sua riqueza não estava em sua conta bancária e sim em suas ações e com uma ligação extremamente forte em Deus, que muitos duvidavam de sua fé.
Desde a sua morte os domingos nunca mais foram os mesmos, não tivemos mais ídolos, Gustavo Kuerten fez bem seu papel, os times de vôlei, tanto o masculino como o feminino, e o judô, mas ainda não apareceu outro Senna.
Esperemos que em breve outro “Da Silva” possa aparecer para alegrar nossos domingos.
*Toponímia* é a divisão da onomástica que estuda os topónimos, ou seja, nomes próprios de lugares, da sua origem e evolução; é considerada uma parte da linguística, com fortes ligações com a história, arqueologia e a geografia. A palavra é derivada dos termos gregosτόπος (tópos), lugar, e ὄνομα (ónoma), nome, literalmente, o nome de um lugar.
Wilson Balaions. Radialista e Jornalista. 01.05.2012
www.wilsonbalaions.blogspot.com,balaions2001@hotmail.com

quinta-feira, 26 de abril de 2012

“Em boca fechada...”



“...não entra mosquito”. Pelo menos é essa a opinião dos mandantes do assassinato do jornalista e blogueiro Décio Sá que foi morto na noite desta segunda-feira dia 23 com seis tiros em um restaurante na Avenida Litorânea em São Luis no Maranhão.

Assim como na medicina, a profissão de jornalista se expandiu, foi multiplicada para diversas áreas e hoje o médico, quer dizer, o jornalista, não é mais o “Doutor Sabe Tudo” da época da sua Vó, onde esse profissional fazia um pouco de tudo.

No dicionário do jornalista encontraremos uma série de sinônimos para o “detentor da verdade”,que ao sair da universidade pensa que é o intocável, o descobridor das Américas, mas aos poucos descobre que não passa de um mero Pedro Álvares Cabral que veio descobrir o que já estava descoberto há tempos.

Pauteiro, editor, redator, enfim, essas são algumas denominações que um jornalista é chamado depois de formado, às vezes faz uns bicos de free lancer, fotógrafo, cinegrafista, motorista, blogueiro e por ai vai, afinal, para exercer essa função, que até bem pouco tempo, de acordo com um ministro e uma juíza, não era necessário ser diplomado.

E, pegando carona nessa insana decisão, muitos “jornalistas” deram entrada em seus registros profissionais que chamamos de “Mtb” e, assim o conseguiram com algumas ressalvas que não cabe aqui agora citá-las. Infelizmente essa profissão que orgulha muitas pessoas, desilude muito mais devido a falta de respeito, reconhecimento e salários comparados aos pobres professores, um pouco melhor é verdade, para o martírio dos professores, que tive muitos para tornar-me jornalista.

O que vou deixar exposto aqui, além da falta de reconhecimento, é de como a política e o jornalismo estão alinhados ou estreitando ainda mais essa relação, como o jornalista e o político andam lado a lado.

É público e notório que não existe espaço nas redações para a quantidade de profissionais existentes no mercado, então as assessorias de comunicação ganham cada vez mais espaço no mercado, fazendo com que os políticos precisem desses “holofotes” pensantes para mostrar seus trabalhos e melhorar as suas imagens.

No caso do Décio Sá, a coisa andou um pouco diferente do que se imaginava. Porque ele era um cara que escrevia e mostrava a realidade para a população, incomodando e virando para si aqueles flashes de luzes que até então estavam direcionados para outras esculturas. E todo mundo sabe o que os pombos fazem em esculturas apagadas!

Então, querido leitor, vou sim me indignar com que aconteceu com meu colega de profissão, nós temos que nos virar nos 30, 40, 50 para sobreviver nesse estado falido que não da suporte. Mais dignidade, segurança, respeito e um salário decente onde um dia eu possa acordar, me apaixonar e ter o direito de ter uma família, que é o que todo trabalhador deseja.

Wilson Balaions. Radialista e Jornalista. 24.04.2012.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sem Teto, sem Oca; Indigente, Índio Gente!


Quem está antenado nos jornais já percebeu a quantidade de fazendas que foram invadidas por índios nos últimos dias no Estado da Bahia, ao todo foram cinco na região da cidade de Pau Brasil.
Segundo dados da policia civil que foi procurada por fazendeiros, os índios invadem as fazendas antes de amanhecer e já existem cerca de 30 reféns, algumas plantações dessas fazendas foram destruídas e as pessoas dessas cidades vivem com medo de saques, roubos e até possíveis assassinatos, segundo o jornal local.
Uma comparação com as grandes cidades do Brasil, os índios, em alguns casos, nada mais são do que os sem tetos que vivem nos grandes centros urbanos. Em busca de um lugar para viver com sua família e que possa ter um lar digno de sua condição.
Os índios, no meu modo ver, eram “donos” dessas terras desde que o mundo é mundo e, com a densidade populacional crescente, eles foram encolhendo e se espremendo em pequenos espaço que conhecemos como Taba e lá vivem a sua maneira e cultura.
Donos de grandes conhecimentos na medicina alternativa, através de plantas raízes, ervam e afins, os índios já estão presentes em 80,5% dos municípios brasileiros, como mostra o resultado do Censo realizado pelo IBGE em 2010, considerando o número de índios residentes em áreas não isoladas do país.
Já os sem teto ou moradores de rua como queiram, ocupam ruas, praças, casas e construções abandonadas, a fim de ter um espaço para viver em harmonia com a sociedade. Ha quem diga que isso é um paradoxo da atual realidade brasileira, uma vez que muitas dessas pessoas hoje são bandidos, usuários de drogas e até traficantes.
Pessoas que tenho conversado a respeito do assunto, sentem-se acuadas diante de tal realidade e muitas vezes amedrontadas com tamanha violência e intimidação que essa população de rua faz para conseguir um trocado ou qualquer coisa, coincidênciasa parte, no sul da Bahia, a situação é a mesma. Mas, não cabe a mim resolver esse problema social do Brasil. Cabe as autoridades que estudam o comportamento das pessoas para dar uma melhor solução para o problema.
O Brasil precisa crescer intelectualmente para resolver esse problema da educação e, quando falamos em educação, não é só aquela da escola, é em qualquer grau, desde o “com licença”, até o não jogar papel no chão. Dessa forma cresceremos com dignidade e qualidade.
Wilson Balaions. Radialista e Jornalista. 18.04.2012.